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MUNICÍPIO ASSINALA O 52º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL
𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗻𝗮𝗹𝗮 𝗼 𝟱𝟮.º 𝗮𝗻𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝟮𝟱 𝗱𝗲 𝗔𝗯𝗿𝗶𝗹
O Município assinalou o 52.º aniversário do 25 de Abril, evocando uma data maior da história coletiva portuguesa e os valores que lhe estão associados, como a liberdade, a democracia, a participação cívica e a justiça, princípios que continuam a moldar a forma como vivemos em sociedade.
As comemorações incluíram um momento de reflexão conduzido pelo Dr. António da Silva Preto, advogado e professor universitário, que destacou o papel dos municípios na promoção de uma gestão responsável e justa dos recursos, com impacto direto no desenvolvimento do território e no bem-estar das populações. Na sua intervenção, sublinhou ainda a importância estratégica das energias renováveis, defendendo que “não somos pobres, estamos pobres”, deixando uma mensagem clara de rejeição da resignação e apelando a um urgente sentido de ação. Parabenizou igualmente o Município pela sua postura ativa e pela capacidade de defesa dos seus interesses, nomeadamente no que respeita à receita do IMI.
Por sua vez, o Presidente da Assembleia Municipal, Artur Andrade, desafiou os presentes a refletirem sobre como seria o quotidiano sem o 25 de Abril, questionando quais seriam as alternativas e sublinhando o valor da liberdade de pensar, refletir e produzir.
Já o Presidente da Câmara Municipal, José Manuel Gonçalves, estabeleceu um paralelismo entre a luta no setor energético e o setor vitivinícola, elemento identitário da região, enaltecendo a capacidade das forças políticas locais de se manterem unidas em matérias estruturantes para o território. Na sua intervenção, abordou também as assimetrias entre o litoral e o interior do país, que considerou terem sido agravadas no período pós-25 de Abril, bem como o risco de as Comunidades Intermunicipais poderem vir a perder representatividade parlamentar.
Referiu ainda a existência de constrangimentos que, por vezes, parecem travar o desenvolvimento regional, manifestando particular preocupação com a situação da Casa do Douro, instituição que, apesar de possuir património suficiente para fazer face às suas dívidas, continua a enfrentar obstáculos que bloqueiam a sua capacidade de atuação.
As comemorações reforçaram, assim, a importância do 25 de Abril como referência incontornável na história de Portugal e no caminho coletivo de desenvolvimento que continua a ser construído, assente na participação, na responsabilidade e na ambição de um futuro mais justo e equilibrado.
