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Conversas à Quinta juntou comerciantes reguenses
A união trará resultados para o comércio
Comércio, fonte de vida - oportunidades, caminhos e resultados foi o tema do conversas à Quinta de novembro, promovido em parceria pelo Município do Peso da Régua e a Associação Comercial e Industrial dos concelhos do Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Mesão Frio.
João Albuquerque, Presidente da Associação Comercial e Industrial de Barcelos e Anabela Anjos, Secretária-Geral da Associação, Comercial, Industrial e Serviços de Bragança foram os oradores convidados.
A conversa decorreu naquela que foi a casa mãe das relações comerciais no Douro - outrora sede da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Douro, atualmente sede da Fundação Museu do Douro. Maria José Lacerda - Vereadora do Pelouro da Cultura, José Manuel Gonçalves - Vice-Presidente do Município do Peso da Régua e Francisco Ferreira, Presidente da ACIR foram os anfitriães de uma conversa que refletiu sobre a importância do comércio para o desenvolvimento das comunidades locais e do país.
João Albuquerque reforçou a importância das dinâmicas locais assentes numa relação de proximidade entre as associações e as autarquias, com vista a um trabalho de cooperação em função de objetivos comuns, definidos em função da realidade do concelho. O Presidente da Associação Comercial e Industrial de Barcelos apontou a falta de união, a falta de uma estratégia conjunta como os principais obstáculos ao incremento do comércio local. Na sua opinião, a perda sentida ao longo dos últimos anos poderá ser compensada por umesforço concentrado, de modo a anular a centralidade castradora de Lisboa e a lutar pelos direitos dos portugueses que vivem no interior, os quais valem tanto quanto os direitos dos portugueses que vivem na capital. Neste contexto, o papel das associações comerciais deve ser invertido, valorizado enquanto parceiro chave para o desenvolvimento da economia local.
Anabela Anjos acredita numa mudança positiva, a qual, na sua opinião, depende da mudança de mentalidade dos associados, que deverão reconhecer nas associações a sua casa, de modo a que estas possam, com base na força dos seus sócios, reivindicar junto do poder local e central.
A conversa fluiu entre os presentes, cuja participação foi importante para perceber a importância dada por cada um deles - uma vez que na sua maioria eram comerciantes, ao comércio e à adequação do comércio tradicional às exigências não só do mercado, mas também do consumidor.
