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Peso da Régua comemorou 42 anos de abril
Nove concertos marcam a agenda
As comemorações oficiais do quadragésimo segundo aniversário do 25 de abril tiveram início sexta-feira, 22 de abril, com a IX Assembleia Municipal Jovem. Sob o espirito de Abril, cerca de trinta alunos da Escola E.B. 2,3 do Peso da Régua
visitaram a Estação Arqueológica da Fonte do Milho e o Centro Interpretativo da mesma, em Canelas. A visita foi orientada por Paulo Moura, Chefe da Divisão de Planeamento, Desenvolvimento Económico e Gestão do Território da Câmara Municipal do Peso da Régua, que fez a contextualização histórica da Estação Arqueológica, guiando os alunos na descoberta das nossas origens como povo e como território, levando-os a valorizar uma herança com cerca de 2.000 anos, que Peso da Régua pretende dar a conhecer.
Na visita ao Centro Interpretativo, os jovens perceberam que a entrada em funcionamento será fundamental para o conhecimento efetivo da Estação Arqueológica da Fonte Milho.
A Assemb
leia Municipal Jovem é uma iniciativa do Município do Peso da Régua, em parceria com o Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia.O programa evocativo prosseguiu com o hastear da bandeira no largo 25 de abril e na praça do Município. A sessão solene integrou uma palestra orientada por Paulo Machado, Professor Auxiliar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Investigador Auxiliar no Laboratório Nacional de Engenharia Civil. A população no regime democrático: o que mudou na demografia portuguesa em 40 anos foi o tema abordado.
Paulo Machado fez uma abordagem transversal do tema, estabelecendo paralelismos entre o início da década de 70 e os nossos dias, sobretudo, no que concerne à emigração. A taxa de natalidade foi outro dos indicadores considerados por Paulo Machado. A mudança de comportamentos reflete-se, atualmente, na baixa taxa de natalidade, no envelhecimento da população e, em última instância, no empobrecimento do país. Na opinião de Paulo Machado, falta em Portugal uma política demográfica estruturante, capaz de abrir caminhos opostos àqueles em que nos encontramos.
Paulo Machado concluiu com a esperança num futuro próximo e o vislumbre no regresso de portugueses que emigraram, isto em cumprimento do espírito de abril, no sentido da esperança num país capaz de oferecer melhores oportunidades aos portugueses.
