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HOSPITAL DA RÉGUA NÃO ENCERRA
O Governo português garantiu, através do Secretário de Estado da Saúde, que o Hospital D. Luiz I não encerrará e que serão levadas a cabo obras de requalificação, que permitirão garantir melhor qualidade na prestação de cuidados de saúde à população da sua área de influência. Esta decisão resulta do trabalho desenvolvido pelo Município do Peso da Régua, em articulação com a ARS Norte e a administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.
A decisão anunciada pelo Governo vem ao encontro das soluções preconizadas pela Câmara Municipal do Peso da Régua: o Hospital não vai encerrar e será dotado de um papel relevante em termos de funcionamento, em função da sua localização e dimensão, sendo para tal objeto de obras de requalificação.
Nesta altura, resta cumprir a pretensão de um serviço direto e diferenciado, através da implementação de um serviço de urgência básica. Este é um objetivo que continuará a pautar o trabalho do Município.
Os organismos responsáveis, em articulação com o Município do Peso da Régua e em absoluto respeito pelas necessidades efetivas da população, vão agora definir as funções e valências do renovado Hospital D. Luiz I.
Sem populismo e de uma forma responsável, o Município do Peso da Régua nunca deixou desde a primeira hora de assumir a sua responsabilidade neste processo, tendo encetado todos os esforços para que fosse encontrada uma solução definitiva e justa para o Hospital D. Luiz I, em função das necessidades reais da população que o serviu durante décadas e que continua a reivindicar os serviços do mesmo, em cumprimento do direito ao acesso à saúde, com a qualidade e a rapidez desejada.
O Município do Peso da Régua nunca deixou de lutar por uma solução justa para o Hospital. Na verdade, se este nunca encerrou deve-se à persistência com que o Município tem sabido gerir este processo, em contraponto com a manifesta vontade de diferentes administrações do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Essa persistência e o bom senso revelaram-se determinantes num processo difícil e exigente, que agora parece estar perto do fim.
Em primeiro lugar estão as pessoas e é em prol dos seus direitos que o Município do Peso da Régua trabalha e não pautado por qualquer outra regra que comprometa a seriedade e a justiça, que a manutenção em funcionamento do Hospital D. Luiz I exige.
Por enquanto perante esta decisão, fez-se justiça com Peso da Régua, com os reguenses e com todos os que acreditam no bom serviço do Hospital D. Luiz I. Recentemente e tal como demos conhecimento público, a Câmara Municipal definiu os princípios que devem enquadrar o futuro do nosso Hospital. Continuaremos empenhados em assegurar tais princípios que entendemos como fundamentais para o futuro.
