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Conversas à Quinta
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Conteúdo atualizado em22 de março de 2019às 13:07

Camilo Castelo Branco a partir das palavras de João de Araújo Correia
A edição de junho do “conversas à Quinta” versou sobre a relação entre Camilo Castelo Branco e João de Araújo Correia.
Primeiro na sala João de Araújo Correia, rodeado de alguns dos livros da biblioteca particular do escritor reguense e depois na sala Agustina Bessa Luís, os presentes puderam ouvir e participar numa conversa descontraída, onde ficou patente a enorme ligação afetiva que João de Araújo Correia nutria por Camilo Castelo Branco.
“Nasci, pode dizer-se em meio camiliano. Meu pai tinha na sua estante uma fileira de livros pequeninos, vermelhos, que lia e relia absorvido. Vim a saber que esses voluminhos, tão atraentes para o meu pai, eram obras de Camilo. Tinha-os adquirido, em rapaz, a 220 réis cada um”. Assim escreveu João de Araújo Correia.
No decurso, foram lidos dois excertos de textos nos quais se podem ver referências a permanência de Camilo na nossa região, inclusivamente na Régua, onde chegou a dormir numa hospedaria no largo da Chafarica, hoje Largo dos Aviadores.
Não faltaram reflexões acerca da obra de ambos escritores, tendo vindo a terreiro pelo meio também a obra de Eça de Queirós. Três vultos da literatura portuguesa foram assim apreciados, numa noite de agradável e salutar convívio.
O “conversas à Quinta” foi dinamizado, uma vez mais, em parceria com a Tertúlia João de Araújo Correia.
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